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Advogado com Atuação no Direito Bancário em Salvador/Bahia Golpes, Conta Bloqueada e Juros Abusivos

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Direito Bancário - Nossos Serviços

Conta Bloqueada

Desbloqueio judicial e administrativo de contas bancárias bloqueadas por suspeita de fraude ou sem aviso prévio.

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Golpes e Fraudes Bancárias

Recuperação de valores em golpes de PIX, contestação de compras não reconhecidas e estorno negado pelo banco.

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Juros Abusivos

Revisão de contratos bancários, redução de juros e devolução de valores pagos indevidamente.

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Negativação Indevida

Limpeza do nome, remoção de negativações irregulares e indenização por danos morais.

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Empréstimos Consignados

Revisão de contratos, descontos indevidos e cancelamento de empréstimos não solicitados.

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Tarifas Bancárias

Contestação de tarifas abusivas, devolução de valores e revisão de pacotes bancários.

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Financiamentos

Revisão de financiamentos imobiliários, veiculares e redução de parcelas.

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Direito Bancário: Guia Completo

Conteúdo elaborado pelos advogados Renan Carvalho (OAB-BA 76027) e Tassio Couto (OAB-BA 78247), com atuação em Direito Bancário em Salvador e em toda a Bahia. Última atualização: agosto de 2026. As decisões judiciais citadas ao longo deste guia são revisadas periodicamente para acompanhar a jurisprudência mais recente do STJ e do TJBA.

O que é Direito Bancário

Direito Bancário é o ramo do direito que regula a relação entre instituições financeiras (bancos, financeiras, cooperativas de crédito, fintechs) e seus clientes, sejam eles pessoas físicas ou empresas. Abrange desde a abertura de conta corrente e a contratação de empréstimos, financiamentos e cartões, até questões mais complexas como revisão de contratos, responsabilidade por fraudes e golpes, e proteção de dados bancários.

Na prática, boa parte das disputas nessa área é tratada também sob a ótica do Direito do Consumidor, já que o correntista costuma ser considerado parte vulnerável na relação com a instituição financeira. Isso significa que, além das normas do Banco Central e da legislação bancária específica, aplicam-se princípios de proteção como a boa-fé objetiva, a transparência na informação e, em muitos casos, a inversão do ônus da prova em favor do cliente. Por isso, avaliar um caso bancário exige olhar tanto o contrato assinado quanto a forma como o serviço foi efetivamente prestado.

Quando Processar um Banco

Nem toda insatisfação com um banco justifica uma ação judicial, mas há situações em que a via judicial ou uma negociação bem fundamentada tende a ser o caminho mais eficaz. Entre as mais comuns estão: cobrança de juros muito acima da média de mercado para a mesma modalidade de operação, tarifas não contratadas ou não informadas com clareza, negativação do nome sem justificativa ou por dívida já quitada, bloqueio de conta sem explicação razoável, recusa indevida de estorno em compra não reconhecida ou golpe de PIX, e venda casada de produtos (como seguros ou títulos de capitalização vinculados a um empréstimo).

Antes de entrar com uma ação, o recomendável é reunir a documentação disponível (contratos, extratos, prints de conversas, protocolos de atendimento) e passar por uma análise jurídica que avalie a viabilidade do caso, o valor eventualmente em discussão e o tempo médio de tramitação. Em muitos casos, uma notificação extrajudicial bem construída já é suficiente para resolver a questão sem a necessidade de judicialização.

O Que Dizem os Tribunais sobre Direito Bancário

Os temas tratados nesta página não são apenas teoria: refletem entendimentos que o Judiciário baiano já vem aplicando em casos concretos envolvendo instituições financeiras. Alguns exemplos recentes de decisões do Tribunal de Justiça da Bahia e de Juizados Especiais de Salvador, sem identificação das partes:

Golpe via Pix: na Apelação Cível n. 8145749-20.2025.8.05.0001, a Segunda Câmara Cível do TJ-BA manteve condenação de instituição financeira a restituir valores subtraídos por golpe envolvendo Pix, após duas transferências de valores elevados terem sido autorizadas mesmo precedidas de tentativas suspeitas já estornadas pelo próprio sistema do banco. O acórdão aplicou a Súmula 479 do STJ, que atribui responsabilidade objetiva às instituições financeiras por fraudes praticadas por terceiros, e reconheceu dano moral pela perda de tempo útil do consumidor na tentativa de solução administrativa.

Fraude com abertura de conta e transferências: na Apelação Cível n. 8179932-85.2023.8.05.0001, a Quarta Câmara Cível do TJ-BA reformou sentença de improcedência e reconheceu a responsabilidade de instituição financeira por fraude envolvendo abertura de conta digital com dados pessoais indevidamente utilizados, portabilidade salarial não autorizada e transferências via Pix para terceiro. O tribunal aplicou a inversão do ônus da prova e afastou fotos e biometria apresentadas pelo banco como prova de contratação regular, por terem sido colhidas somente após o início da fraude.

Bloqueio de conta sem justificativa: em sentença de Juizado Especial de Relações de Consumo de Salvador (processo n. 0047330-72.2023.8.05.0001), o juízo determinou a liberação de saldo mantido bloqueado sem explicação por instituição financeira, que havia confirmado em atendimento a disponibilidade do valor sem autorizar sua movimentação. A decisão também fixou indenização por dano moral, por entender que a ausência de justificativa para o bloqueio configura falha na prestação do serviço.

Juros abusivos: na Apelação Cível n. 8009994-29.2023.8.05.0022, a Terceira Câmara Cível do TJ-BA reconheceu a abusividade de juros remuneratórios cobrados em contrato de financiamento de veículo, por superarem a taxa média de mercado divulgada pelo Banco Central para operações da mesma espécie e período, além de declarar nula a tarifa de cadastro cobrada. Outras cobranças do mesmo contrato, como a tarifa de registro e o seguro prestamista facultativo, foram mantidas válidas, o que mostra que a análise é sempre caso a caso.

Negativação sem notificação prévia: na Apelação Cível n. 8178426-40.2024.8.05.0001, a Primeira Câmara Cível do TJ-BA reconheceu que a inscrição de dados em sistema de informações de crédito do Banco Central (SCR/Sisbacen) sem notificação prévia ao consumidor configura falha na prestação do serviço, com base no art. 43, § 2º, do Código de Defesa do Consumidor, determinando a exclusão do registro irregular. No caso concreto, contudo, o pedido de indenização por dano moral foi afastado em razão de outras negativações legítimas preexistentes em nome do mesmo consumidor, por aplicação da Súmula 385 do STJ.

Fraude via conta digital sem checagem adequada: no Recurso Inominado n. 0143699-60.2025.8.05.0001, a Quinta Turma Recursal do TJ-BA reformou sentença de improcedência e reconheceu a responsabilidade objetiva de instituição de pagamento por hospedar conta usada em fraude, determinando a restituição do valor transferido pela vítima. O pedido de dano moral, porém, foi negado, por entender a Turma que a situação gerou prejuízo patrimonial e aborrecimento, sem atingir a dignidade da vítima a ponto de justificar indenização extrapatrimonial.

Golpe da falsa central com empréstimo e negativação: no Recurso Inominado n. 0002429-05.2025.8.05.0080, a Primeira Turma Recursal do TJ-BA manteve condenação de instituição financeira à devolução de valores movimentados sem autorização, à exclusão do nome dos cadastros de inadimplentes e ao pagamento de indenização por danos morais, por entender que o banco não comprovou que as transações foram de fato realizadas pelo correntista.

Golpe da falsa central com transferências e empréstimo: no Processo n. 0010351-97.2025.8.05.0274, a Primeira Turma Recursal do TJ-BA manteve condenação de instituição financeira à restituição de valores subtraídos por golpe da falsa central de atendimento e ao pagamento de indenização por danos morais, por reconhecer falha no dever de monitorar transações que destoavam do padrão de movimentação da vítima.

Cada processo tem particularidades próprias, e o resultado de uma ação depende das provas e das circunstâncias específicas de cada caso. As decisões acima servem para ilustrar como o Judiciário baiano vem tratando esses temas, não como garantia de resultado semelhante em outras situações.

Golpe do PIX: O Que Fazer e Seus Direitos

Uma pesquisa Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (agosto de 2025) mostra que cerca de 24 milhões de brasileiros foram vítimas de golpes por PIX ou boleto falso entre julho de 2024 e junho de 2025, com prejuízo agregado de quase R$ 29 bilhões. A responsabilidade do banco nesses casos se apoia na Súmula 479 do STJ, em precedentes recentes da 3ª Turma do STJ e no MED 2.0, mecanismo do Banco Central em vigor desde fevereiro de 2026.

Preparamos um guia completo com o passo a passo do que fazer, como funciona o MED, os tipos mais comuns de golpe, jurisprudência do TJBA e respostas às dúvidas mais frequentes.

Leia o guia completo sobre Golpe do PIX →

Golpe de Transferência Bancária: O Que Fazer

Nem todo golpe bancário acontece via PIX. Transferências por TED, DOC ou entre contas do mesmo banco também são usadas por golpistas, geralmente combinadas com engenharia social por telefone ou WhatsApp, se passando por central de atendimento ou por um contato de confiança da vítima.

Se você caiu em um golpe de transferência e não sabe o que fazer, os passos são parecidos com os do golpe do PIX: contato imediato com o banco para tentar bloqueio ou estorno, boletim de ocorrência, e reclamação formal por escrito. Quanto mais rápido a instituição for notificada, maior a chance de reter os valores antes que sejam repassados a terceiros.

A responsabilidade do banco também pode ser discutida nesses casos, principalmente quando há falha na prestação do serviço, ausência de mecanismos de segurança ou demora injustificada no bloqueio da conta de destino.

Conta Bancária Bloqueada

Se o banco bloqueou sua conta e você não sabe o motivo, saiba que isso pode ocorrer por diferentes razões: suspeita de fraude ou de movimentação atípica, políticas internas de prevenção à lavagem de dinheiro, inadimplência em produtos vinculados à conta, decisão judicial (como penhora) ou, em alguns casos, erro operacional do próprio banco. Cada situação exige uma estratégia diferente.

De modo geral, o correntista tem direito a ser informado sobre o motivo do bloqueio e a um prazo razoável para regularização, sem que a instituição financeira retenha os valores por tempo indeterminado sem justificativa. Quando o bloqueio compromete o acesso a valores essenciais para subsistência (salário, benefício previdenciário) ou se estende além do razoável sem resposta do banco, costuma ser o momento de buscar orientação jurídica para avaliar uma medida judicial de urgência.

Juros Abusivos em Contratos Bancários

Diferentemente de outros contratos, as instituições financeiras não estão sujeitas ao limite geral de juros previsto na Lei de Usura, conforme entendimento consolidado do Supremo Tribunal Federal. Isso não significa, porém, que qualquer taxa seja válida. Juros muito acima da média praticada pelo mercado para a mesma modalidade de crédito, divulgada periodicamente pelo Banco Central, podem ser considerados abusivos e sujeitos à revisão judicial — o TJBA tem, inclusive, súmula própria sobre o critério (Enunciado nº 13).

Preparamos um guia completo sobre quando cabe ação revisional, os critérios usados pelo TJBA para medir abusividade, o que funciona e o que não funciona como argumento, e a jurisprudência mais recente sobre o tema.

Leia o guia completo sobre Juros Abusivos →

Empréstimo Consignado Fraudulento

O empréstimo consignado fraudulento é uma das fraudes bancárias mais recorrentes, especialmente contra aposentados e pensionistas do INSS. O padrão comum envolve contratos firmados sem o consentimento da vítima, muitas vezes por meio de ligações se passando por atendimento oficial do INSS ou de bancos parceiros, resultando em descontos não autorizados diretamente no benefício.

Quando identificado um desconto de empréstimo consignado que a pessoa não reconhece, é possível contestar administrativamente junto ao banco e ao INSS, além de buscar por via judicial o cancelamento do contrato e a devolução dos valores descontados indevidamente, que em determinadas situações pode ser em dobro, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor para cobranças indevidas. Em casos que envolvem idosos, a discussão frequentemente inclui também o pedido de indenização por danos morais.

Direitos do Consumidor Bancário

A relação entre banco e cliente é, em regra, uma relação de consumo, o que atrai a proteção do Código de Defesa do Consumidor. Isso garante ao correntista, entre outros pontos: direito à informação clara e adequada sobre tarifas, taxas e condições contratuais; vedação a práticas abusivas, como venda casada e cobrança de serviços não contratados; possibilidade de inversão do ônus da prova em ações judiciais, quando verossímil a alegação do consumidor; e direito de arrependimento em contratações feitas fora do estabelecimento comercial, como por telefone ou aplicativo, dentro do prazo legal.

Conhecer esses direitos é o primeiro passo para identificar quando uma cobrança, um bloqueio ou uma negativação está fora do que a lei permite. Em caso de dúvida sobre uma situação específica, o mais indicado é buscar a análise de um advogado com atuação em Direito Bancário, que poderá avaliar o contrato, o histórico de atendimento e a viabilidade das medidas cabíveis para o caso.

Direito Bancário em Salvador

O escritório Carvalho & Couto Advogados atua em Direito Bancário em Salvador e na Região Metropolitana, atendendo clientes de bairros como Pituba, Itaigara, Barra, Caminho das Árvores, Cabula e Federação, além de municípios vizinhos como Lauro de Freitas, Camaçari e Simões Filho. O atendimento é feito de forma presencial e também on-line, o que permite acompanhar casos de bloqueio de conta, golpes de PIX, negativação indevida e revisão de contratos bancários independentemente da localização do cliente dentro da Bahia.

Por lidar diariamente com instituições financeiras que atuam em todo o país (bancos, financeiras e fintechs), a atuação não se limita a Salvador, mas o conhecimento do Judiciário local e dos Juizados Especiais da Bahia é um diferencial na condução de ações revisionais e de indenização por danos morais na comarca.

O que dizem nossos clientes no Google

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Ana Lucia Mascarenhas

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"Atendimento diferenciado, rápido, sempre dispostos a dar as explicações, nos deixar sempre atualizados. Obrigada por todo carinho e respeito para comigo. Um abraço!"

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Valdenor Sá Filho
Valdenor Sá Filho

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"Excelentes profissionais."

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Edna Neves
Edna Neves

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"Sempre sou muito bem atendida."

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Gilberto Basilio
Gilberto Basilio

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"Advogados totalmente competentes!!!"

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Carla Carvalho
Carla Carvalho

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"Fui muito bem atendida e acompanhada. Estão de parabéns!"

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Quem Somos

Dr. Renan Carvalho
Dr. Renan Carvalho

OAB-BA 76027

Advogado com sólida formação e atuação estratégica, dedicado a defender os interesses de cada cliente com ética, exclusividade e transparência.

Dr. Tassio Couto
Dr. Tassio Couto

OAB-BA 78247

Advogado com atuação em Direito Trabalhista, Previdenciário e do Consumidor, oferece consultoria jurídica personalizada, focada em soluções eficazes, proteção dos direitos e resultados concretos, sempre com ética e atendimento dedicado.

Perguntas Frequentes sobre Direito Bancário

Como saber se os juros do meu contrato bancário são abusivos?

Juros acima da média de mercado divulgada pelo Banco Central para a mesma modalidade de operação podem caracterizar abusividade. A análise do contrato por um advogado com atuação em Direito Bancário identifica se há cobrança indevida e a viabilidade de revisão judicial ou extrajudicial.

Fui negativado sem dever, o que posso fazer?

É possível solicitar a remoção da negativação indevida e, dependendo do caso, pleitear indenização por danos morais. O prazo e a estratégia variam conforme a origem da dívida contestada.

Posso contestar um empréstimo consignado que não contratei?

Sim. Descontos de empréstimo consignado não autorizado podem ser contestados administrativamente junto ao banco ou por via judicial, com possibilidade de devolução em dobro dos valores descontados indevidamente, conforme o caso.

Quanto tempo demora um processo de revisão bancária?

O prazo varia conforme a complexidade do caso, o volume de contratos analisados e o rito processual aplicável. Na consulta inicial, o escritório apresenta uma estimativa de prazo baseada nas particularidades do caso.

A consulta inicial tem custo?

Entre em contato pelo WhatsApp ou telefone para entender as condições de atendimento e honorários aplicáveis ao seu caso.